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Ano novo, trabalhos novos

Posted by Claudio on 7 de fevereiro de 2011 in Sem categoria

Ola Pessoal

estamos de volta a ativa em 2011. Espero  neste ano termos uma boa convivência e que possamos contiruir sempre mais para o nosso crescimento pessoal e do país.

Um grande abraço
Cláudio

 
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Em nome de uma educação Justa e Perfeita – 2 !

Posted by Claudio on 23 de dezembro de 2010 in Sem categoria

Recebi, em comentário do texto do Prof. Igor, um outro texto assinado por Daniel Grandioso, que diz ser autor do processo na justiça citado pelo primeiro texto. Como não estamos aqui para julgar juízo de valores, resolvi então escrever um texto próprio sobre o assunto, pegando somente algumas partes do texto do Prof. Igor aos quais eu concordo plenamente. Desta forma acho que ficará mais justo.

Em meus anos de magistério tenho acompanhado a evolução dos alunos em Universidades e posso falar, por experiência própria, que a cada ano que passa temos alunos que cada vez mais tendam a “terceirizar”os seus problemas e a falta de responsabilidade que, a cada dia mais, impera entre os jovens.

É cada dia mais comum escutarmos de alunos que nós, professores, somos culpados por eles não passarem. Será que passa pela cabeça desses alunos que na vida temos que lutar pelo que queremos. Será que se uma advogado perder um prazo na justiça ele tem como “chorar” para o juíz receber depois do prazo perdido porque ele não pôde comparecer ao forum por vários motivos que a vida nos envolve? Será que se perdemos um prazo de entrega de proposta de licitação teremos uma segunda chance de entregar para ganha-la? Será que posso entregar projetos, ou  atender a pacientes com doenças graves, no dia que eu puder?

A resposta é simples e dura. – De forma alguma.

Pois é. Então porque nós professores somos considerados “sacanas” porque não aceitamos trabalhos entregues fora do prazo? Por que nós somos culpados de notas baixas se as respostas estão erradas? Se damos pesquisa para os alunos eles reclamam na coordenação de curso?!?!

Não podemos concordar com isso.

Onde vamos parar com a educação neste país.

POr isso repito o texto abaixo de Emile Zola:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com
segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se  deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeças–boas” que acham e ensinam que disciplina  é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Repito também as palavras do Prof. Igor:

“Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos-clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia. Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”. A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima.”

Ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes e sua família todo o meu respeito e sofrimento compartilhado. É inadimissível ver e ouvir estas notícias e ficar calado.

Cláudio Pessoa

 
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Sejam Bem vindos

Posted by Claudio on 13 de agosto de 2010 in Geral

Ola Pessoal,

estamos começando aqui uma nova fase acadêmica.

Neste blog colocarei todos os meus trabalhos, aulas, atividades, curiosidades e até mesmo brincadeiras para descontrairmos um pouco.

Muito em breve, assim que eu aprender a trabalhar com a ferramenta de vez :-) , teremos áreas para alunos e colaboradores que quiserem contribuir com o tema do Blog.

Aguardem muitas novidades por aqui para os amantes de tecnologia e educação.

Sejam bem Vindos

Prof. Cláudio Pessoa

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